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Homenagens e debates sobre equidade de gênero marcam o Dia do Professor na Poli

A Direção da Escola Politécnica da UFRJ aproveitou o Dia do Professor (15/10) para homenagear algumas das pioneiras na docência da Engenharia no Brasil e colocar em pauta o debate sobre equidade de gênero no “Café & Conversa”. A primeira edição do evento reuniu cerca de 25 participantes, entre professoras lotadas na Poli-UFRJ e em outras unidades, que puderam refletir juntas sobre a importância de reconhecer e valorizar a presença feminina em espaços de poder e no ambiente universitário de forma igualitária.

Foram homenageadas as engenheiras Alcina Corrêa Koenow Pinheiro (1919-1995), Carmen Portinho (1903-2001), Eloísa Biasotto Mano (1924-2019), Aïda Espínola (1920-2015) e Hebe Labarthe Martelli (1919-2013), com a distribuição de uma publicação com o resumo da trajetória de cada uma delas e o registro de como impactaram a Engenharia no país. Na apresentação da publicação, um texto sobre a importância da igualdade de gênero na Engenharia. (Confira a edição digital da revista no fim do texto.)

No início do primeiro semestre letivo deste ano, a diretora da Poli-UFRJ, Cláudia Morgado, decidiu que o ano de 2019 seria dedicado à campanha “Esse Lugar Também É Meu”, que tem como proposta pensar e agir para que a presença feminina na Engenharia tenha tanto peso e incentivo como à masculina. Outro ponto importante da campanha é estimular as alunas a alertarem a diretoria sobre quaisquer situações de assédio ou casos de discriminação de gênero que estejam prejudicando sua saúde mental e/ou formação acadêmica. “Houve o desejo de não só revelar o problema, mas também atuar na prevenção para que as alunas tenham força para denunciar e, assim, criarmos um ambiente acolhedor”, disse a diretora.

Desde então, a Poli-UFRJ realizou em maio o evento “Mais Mulheres na Engenharia”, abordando os desafios relacionados à discriminação de gênero em espaços de poder; em setembro foi promovida a “Semana da Saúde Mental”, que em um dos dias contou com uma programação específica voltada para os homens refletirem formas de evitar o machismo, chamada “Homem em círculo: qual a masculinidade que te serve?”.

Durante o Café & Conversa, Cristina Riche, reforçou que a Ouvidoria da UFRJ é um canal pelo qual as alunas ou mesmo professoras podem recorrer. Segundo ela, é preciso “multiplicar a força feminina na universidade e lutar para que a equidade de gênero seja uma realidade e não só um princípio”. (Ao final desse texto, o contato da Ouvidoria para denúncia de qualquer tipo de ação discriminatória.)

Participaram da mesa, que sucedeu uma confraternização com um lanche; Cristina Riche, Ouvidora-Geral da UFRJ; Maria Inês Tavares, Diretora do IMA/UFRJ; Lavínia Borges, Diretora Acadêmica da COPPE-UFRJ; Cláudia Morgado, Diretora da Poli-UFRJ; Fabiana Valéria da Fonseca, Vice-Diretora da Escola de Química da UFRJ; Marilda Duboc, Substituta eventual do diretor do NIDES; Cássia Turci, Decana do CCMN.

Link da revista “Mais Mulheres na Engenharia”: 

Site da Ouvidoria da UFRJ: www.ouvidoria.ufrj.br

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06/11/2019
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