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Professores da Poli-UFRJ são contemplados em editais da Faperj

Sete professores vinculados à Escola Politécnica da UFRJ tiveram seus projetos aprovados nos editais Programa Cientista do Nosso Estado (CNE) e Programa Jovem Cientista do Nosso Estado (JCNE), da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro - Faperj. Entre as 25 instituições contempladas, a UFRJ foi a que recebeu o maior número de bolsas (119); e das  Grandes Áreas do conhecimento a Engenharia ficou em 4° lugar com 41 bolsas disponibilizadas às universidades participantes.

O programa Cientista do Nosso Estado (CNE) é destinado a professores de reconhecida liderança em sua área, com produção científica e/ou tecnológica de alta qualidade nos últimos cinco anos, compatível com o nível de Pesquisador 1 do CNPq. Já o Jovem Cientista do Nosso Estado (JCNE) é voltado aos pesquisadores em fase intermediária da carreira acadêmica, que possuem o grau de doutor há menos de 10 anos - com data de defesa do doutoramento a partir de 1º de agosto de 2008  - e também com produção científica e/ou tecnológica de alta qualidade nos últimos cinco anos. Todos devem estar vinculados a instituições de ensino e pesquisa sediadas no estado do Rio de Janeiro.
 
Ambos os programas têm como objetivo apoiar, por meio de concorrência, projetos coordenados por pesquisadores de reconhecida liderança em sua área, com vínculo empregatício em instituições de ensino e pesquisa sediadas no Estado do Rio de Janeiro. As propostas selecionadas receberão recursos mensais no valor de R$3 mil por até 36 meses, como apoio para o desenvolvimento dos projetos dos pesquisadores apoiados. Conforme a Faperj estabelece, eles têm o compromisso de desenvolver, em cada um dos anos de vigência de suas bolsas, ao menos uma atividade científica/tecnológica (palestra, curso, exposição etc.) para alunos de escolas públicas (níveis fundamental ou médio) sediadas no Estado do Rio de Janeiro.
De acordo com o professor Ademir Xavier da Silva, um dos professores da Poli-UFRJ contemplados no CNE, a conquista da bolsa é algo que beneficia também tanto os alunos de graduação quanto os de pós-graduação. "O alunos da graduação participam através de Iniciação Científica e Trabalhos Conclusão de Curso em Engenharia Nuclear da Escola Politécnica. Alunos dos cursos de Mestrado e Doutorado do Programa de Engenharia Nuclear também estão envolvidos no projeto contemplado", comenta o professor que teve aprovado um projeto que pretende determinar e analisar os níveis de concentrações de radionuclídeos naturais e artificiais presentes nos principais alimentos consumidos pela população do Estado do Rio de Janeiro.
Para o professor Assed Naked Haddad, do Departamento de Construção Civil da Poli-UFRJ, "a graduação, o exercício profissional e a pesquisa devem se retroalimentar". Segundo ele, isso significa que a pesquisa é parte fundamental para construir um ensino de qualidade que posteriormente resulte em oportunidades profissionais e melhorias para o setor da área pesquisada.
Carmen Lucia Tancredo Borges, professora de Engenharia Elétrica e Diretora Adjunta de Relações Internacionais (DARI) da Poli-UFRJ,começou como pesquisadora da Faperj em 2007 pelo programa Jovem Cientista do Nosso Estado e neste último edital busca, por meio de seu projeto, avaliar se o sistema elétrico consegue atender a demanda de energia, levando em consideração o nível de confiabilidade da geração fotovoltaica.

Segundo a professora, como as instituições públicas possuem algumas restrições financeiras que impossibilitam o desenvolvimento pleno das pesquisas, programas de fomento como esse permitem melhorar as condições de trabalho do pesquisador através da compra de material, reparo de equipamentos, custeio de viagens para divulgação dos resultados do projeto e até o oferecimento de bolsas de iniciação científica para que os alunos auxiliem o pesquisador no projeto.
 
"É um reconhecimento que o pesquisador recebe pela contribuição que ele dá para a sua área de expertise e que serve para melhorar as condições de trabalho da instituição de ensino. Todo mundo ganha com isso", afirma. Mas, para ela, a bolsa remunerada de iniciação científica é um mero detalhe que pode motivar os alunos na pesquisa, o exemplo ainda é o maior incentivador. "Todo tipo de motivação é através do exemplo, não acredito que você motive ninguém através do discurso. A melhor forma de você motivar o aluno na pesquisa é sendo apaixonado por ela", conclui a professora Carmen Lúcia. 

06/11/2019
Escola Politécnica da UFRJ

 
 


 
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