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Equipe de professor da Poli-UFRJ vence competição internacional "Invent for the Planet 2019" 

A equipe Tupã, composta por alunos da Poli-UFRJ e do Cefet-RJ, conquistou o primeiro lugar na competição internacional "Invent for the Planet 2019", criada pela instituição Texas A&M University, nos Estados Unidos. No Brasil, uma equipe formada por cerca de 30 alunos da UFRJ (Poli e Coppe) e do Cefet-RJ, participou sob a liderança dos professores Marcelo Savi (UFRJ) e Pedro Pacheco (Cefet-RJ).

O evento é um desafio de 48 horas para dar respostas a problemas de impacto global, gerando ideias com potencial para mudar o mundo. Equipes de todo o mundo participaram de forma colaborativa na busca por soluções para os desafios que o nosso planeta vem enfrentando. O evento foi uma intensa experiência de projeto de engenharia realizada entre os dias 15 e 17 de fevereiro. Depois disso, as equipes Top 5 participaram de uma competição em College Station, no Texas, nos dias 22 e 23 de abril. A competição envolveu a participação de mais de 600 alunos de graduação e pós-graduação de 25 universidades em 16 países, distribuídos em cerca de 100 equipes.

A equipe Tupã (nome em homenagem ao deus do trovão na cultura tupi-guarani) foi a única equipe do hemisfério sul que chegou à final da competição, já que as outras eram da Europa e dos EUA. Compõem o time os estudantes: Breno Ferreira, Caio de Lima, Felipe Macedo, Luã Guedes, Giovanni Enokibara e Victor Hugo Benicio.

Foi com o desenvolvimento de um protótipo destinado à melhoria da qualidade de vida e locomoção das pessoas com deficiência visual que a equipe Tupã conquistou o prêmio principal. O sistema é composto por um boné e um bastão equipados com sensores ultrassônicos que acionam dispositivos de vibração para auxiliar pessoas com deficiência visual. O preço do protótipo foi pouco mais de R$120, mas caso seja produzido em larga escala, pode diminuir. Agora, o desafio é buscar alternativas para investir na comercialização da ideia.

"Foi crucial determinarmos cinco critérios básicos no projeto: ser capaz de identificar obstáculos, não atrapalhar os outros sentidos, ser discreto, leve e de baixo custo. Essa é a razão dele alertar através de ondas vibratórias, já que um aviso sonoro poderia atrapalhar o deficiente visual que já possui uma limitação em um sentido", afirma o aluno Enokibara.

Depois da vitória recente, o professor Marcelo Savi, do Centro de Mecânica Não-Linear da Coppe-Poli/UFRJ, já planeja a próxima edição da competição "Invent for the Planet" em março de 2020.

“O evento mostrou como podemos aliar a criatividade aos conhecimentos da engenharia para gerar soluções de impacto global. Gostaríamos de levar isso a um número maior de pessoas e para isso precisamos do engajamento de nossos alunos”, afirma o professor.

 

04/07/2019
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