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Poli recebe representante da PR5 para debater sobre as atividades de extensão

Na última semana, aconteceu na Poli uma reunião para debater recentes mudanças em relação as regras das atividades de extensão, que devem passar a representar 10% do currículo dos alunos da UFRJ. No início do evento, a Vice-Diretora Elaine a situação da Escola politécnica em relação a esta mudança, que conta com apenas14 projetos de extensão para um total de 5 mil alunos. A Vice-diretora afirmou que está tentando se unir ao corpo estudantil para que exista um movimento de criação de atividades que parta também dos próprios alunos. 

A convidada para falar em nome da UFRJ foi Carla Costa Dias, assessora do superintendente, da PR5, que esteve presente na Poli para ouvir os alunos e explicar que o principal objetivo das atividades de extensão é a interação dialógica, onde não se trata apenas da Universidade levando conhecimento, mas sim a troca que existe neste tipo de atividade e que constrói o conhecimento em conjunto. Carla explicou que a ideia da extensão é interagir e por isso pode também ser feita em qualquer curso e projeto da Universidade, não precisando ser atrelada a Poli, para alunos de Engenharia. Para facilitar a inscrição em atividades, uma área especifica dedicada a inscrição estará disponível no SIGA onde serão listadas todas as atividades de extensão em que os alunos podem se inscrever da mesma forma que se inscrevem em matérias.

Um aluno representando as Equipes de Competição da Poli veio à reunião para entender melhor qual é o foco desta mudança relativa as atividades de extensão e saber como as equipes poderiam se acomodar frente a essa nova demanda. Carle explicou que as equipes de competição da Poli, por exemplo, continuariam com a liberdade de fazer o processo seletivo para escolher os seus membros e a partir da inscrição no siga, poderiam fazer entrevistas e outras etapas. A representante explicou que haverá um trabalho em conjunto com a PR5, que não busca tirar a autonomia das equipes.

Carla explicou que uma boa alternativa para transformar o trabalho das Equipes de competição em atividades de extensão seria incluir outras escolas ensino fundamental/médio, de preferência do ensino público, para caracterizar a troca do o ambiente externo a Universidade. Ela afirmou que objetivo não é acabar com as atuais atividades da Poli, mas que "todo projeto de pesquisa pode e deve virar um projeto de extensão" Dessa forma, existem apenas alguns ajustes que as equipes podem fazer para virarem  atividades de extensão. Uma dica que foi dada às equipes seria realizar um evento de extensão, antes ou depois das competições e convidarem alunos de colégios para conhecerem os projetos. 

Para Vice-diretora Elaine, é importante "tornar as atividades que os alunos já fazem em atividades de extensão" para que a carga horária dos alunos da Poli, que já é bastante extensa, não ter que ser aumentada. Elaine concluiu o evento falando que o objetivo é criar uma comissão entre as equipes e a PR5 para que na próxima vez que o edital Rua abrir, para inscrição das atividades de extensão, os alunos possam saber melhor como formular o projeto de forma que contemple todos os requisitos e seja aceito pela reitoria 

 

 

 

 


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25/07/17
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