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Entrevista com Professor Ericksson Almendra, ex-diretor da Escola Politécnica 


Como parte das comemorações dos 225 anos da Escola Politécnica, vamos apresentar nas próximas semanas uma série de entrevistas com ex- diretores da Escola Politécnica, que vão falar sobre desafios e motivações relacionados a gestão da Poli. O entrevistado desta semana é o Professor Ericksson Rocha e Almendra, que foi diretor da Poli no período de 2004 até 2014. 


Em sua opinião, o que mais mudou na Escola de lá pra cá?

Duas coisas eu avalio que podem ser destacadas, uma interna e outra externa, muito correlacionadas. Mudou a imagem da Politécnica junto à demais Unidades do CT e da UFRJ como um todo, reconhecendo-se muito mais sua importância, suas ações, seu papel... E, internamente houve uma mudança muito grande na forma com que os próprios alunos veem suas escola, com mais orgulho, mais espírito de corpo. Esses dois efeitos foram fruto de muitas decisões, de muitas políticas adotadas. Dentre delas destaco a internacionalização, que atingiu números impensáveis antes. Como exemplo, um convenio de duplo diploma com uma Universidade estrangeira de ponta significa implicitamente um reconhecimento internacional da qualidade de nosso ensino. Isso teve um impacto enorme em nossa imagem na UFRJ e entre nossos alunos.

Qual é a maior desafio para um Diretor da Politécnica?

O Diretor não é o dono da Escola. Talvez um melhor nome seja coordenador. Meu principal papel era coordenar interesses diferentes, posturas díspares, comportamentos opostos ... Isso entre Departamentos, entre professores, entre alunos, entre funcionários. Tudo tem que ser negociado diuturnamente, e nessa negociação a posição do diretor mesmo importante, muito importante, não é a única e há muito o que convencer ... ou se convencido.

Qual é o mair diferencial da Escola Politécnica da UFRJ em relação a outras faculdades de Engenharia?

Somos a melhor. Sempre disse isso a meus alunos, desde o primeiro dia deles por aqui. E digo porque acredito nisso. Apesar de nosso tamanho, apesar de nossas divisões, diferenças, fragmentação, ou talvez por causa delas, estamos sempre a discutir tudo, das pequenas às grandes coisas. E o fazemos sem nos paralisar, antes pelo contrário. Nossos cursos e departamentos gozam de grande autonomia, tomam decisões diferentes, fazem alterações próprias ... isso nos leva a estar sempre comparando ações diferentes e acabamos por escolher as melhores.

E qual foi o melhor momento ou sua melhor recordação da sua gestão?

O período todo foi para mim pleno de conquistas e realizações pessoais e profissionais. Muitos foram os momentos de que me recordo, muito foram os momentos dos quais me lembro terem sido frutos de uma decisão anterior difícil ou que foram complicados de atingir. Difícil escolher algo que seja mais importante, portanto vou mencionar algo singelo que ainda hoje me deixa orgulhoso ter participado: eu fico realmente emocionado ao ver meus alunos "vestirem a camisa", e o fazem literalmente, colorindo de azul e amarelo os nossos corredores.


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12/06/17
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Jornalista: Thais Vieira
Telefones:(21) 3938-7301

 
 


 
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